terça-feira, 24 de março de 2009

Avô, conta-me uma história muito antiga!

Era uma vez um pobre ceguinho que pedia esmola. Como não via, levava um rapaz a acompanhá-lo e a guiá-lo.
E lá seguiram o seu caminho a pedir. O rapaz é que tomava conta das esmolas e dava-as ao ceguinho.
Andaram, andaram, andaram a pedir. Até que pediram e o senhor deu-lhe pão com chouriço. O rapaz comeu o chouriço e o ceguinho comeu o pão.
O ceguinho, quando pegou no pão para comer, disse ao commpanheiro:
"-Deram-me pão com chouriço, mas só me deste o pão."
O rapaz não falou, mas continuaram o seu caminho.
Passaram num sítio qualquer e tinha um rego e à frente um sobreiro. O rapaz disse ao ceguinho:
"-Avança, que é um rego!"
Avançando, o ceguinho bateu com a testa na árvore.
Ralhou ao rapaz porque podia ter-lhe dito. O rapaz respondeu-lhe o seguinte:
"-Ah! Cheirou-te o pão à chouriça e não te cheirou o sobreiro à cortiça!"
5ºA, Liliana Sofia Pereira Ferreira, nº 19
( Contado pelo avô)

Histórias de Antigamente

Avô, conta-me uma história

Contado pelo meu avô:
“ Acordávamos por volta das 5 da manhã. A avó acendia a lareira para fazer o caldo, malfeito muitas vezes, que era o nosso pequeno-almoço. Eu vestia umas calças, uma camisa e uma camisola. Punha a minha boina e ia comer o caldo. A tua avó ia acordar as crianças, vestia-as, ajudava-as a preparar a lousa, colocava-a dentro do saco de serapilheira e depois iam tomar o pequeno-almoço. Eu(avô) ia trabalhar às 7 horas. As crianças iam para a escola a pé e descalças. A avó ia ao monte apanhar lenha. Quando voltava, já eram horas de preparar o almoço. Reacendia a lareira, enchia os potes de ferro com água, pois eram os grandes tachos de antigamente. O almoço era batatas com azeite. Comia-se muito mal, por exemplo, arroz era só ao Domingo, pelo Natal e pela Páscoa e se houvesse alguma festa grande. Um porco, quando era morto, tinha que dar para todo o ano. A cozedura do pão era feita duas vezes por mês. Acendia-se o forno com giestas e lenha do monte. Entretanto, amassava-se a massa numa gamela, tirava-se ou colocava-se num canto da lenha lá a massa do pão a cozer.
A avó ia levar a merenda aos trabalhadores dos nossos campos que era broa, azeitonas e uma cabaça de vinho. À hora do jantar, a avó fazia batatas com azeite, outra vez, e caldo de hortaliça. As crianças iam para a cama e a avó ficava a lavar a loiça e só depois ia dormir.
Era assim antigamente…
5ºA, Inês Alexandra Coelho Alves, nº11
Avô, Joaquim Coelho

segunda-feira, 23 de março de 2009

Contos árabes

Fábula do leão, da avestruz, do tigre e do chacal

“Um dia, Babe, o Leão; N,aama, a Avestruz; Nimir, o Tigre e Dhib, o Chacal, foram juntos caçar e conseguiram como presa uma gazela, uma lebre e um cordeiro. Chegado o momento da partilha, Babe, o Leão, ordenou a Nimir, o Tigre, tão forte como ele próprio, que se encarregasse de fazer as divisões. Este não queria, pois conhecia o mau génio do leão e receava enganar-se. Mas acabou por ceder para não provocar a sua ira.
Babe, para ti será a gazela, para mim o cordeiro e N,aama e Dhib que partilhem a lebre.
Nimir, o Tigre, julgava ter feito uma boa partilha mas Babe levantou-se, furiosos, e deu-lhe uma sapatada tal que lhe partiu uma pata.
- Não sabes dividir a presa – disse-lhe. – Rápido, Dhib, divide tu! Tenho fome!
Dhib, o Chacal, agarrou na gazela e no cordeiro e colocou-os diante do leão.
- Aqui tens o teu jantar. A lebre é suficiente para todos nós.
- Muito bem, chacal. Tu sim, sabes fazer as coisas como deve ser. Diz-me, quem te ensinou a dividir assim as presas?
- A pata partida de Nimir.”
Visita de Estudo ao Porto

No dia 29 de Janeiro, as turmas do 5º ano realizaram uma visita de estudo ao Porto. Saímos cedo e fomos de autocarro. A viagem foi um bocadinho longa, mas divertida. Por fim, chegámos à biblioteca Almeida Garrett que fica no palácio de Cristal.
Quando lá chegámos, estava a orvalhar, por isso, abrimos os guarda-chuvas. Não estivemos muito tempo à chuva. A senhora professora foi dizer à portaria que já tínhamos chegado e o senhor faz alguns avisos, como: não pôr o chapéu, não fazer barulho, essas coisas.
Fomos logo ver a exposição do teatro Pé de Vento. Demos mais alguns passos e fomos ver alguns vestidos que são usados nos teatros. Também havia estruturas que representavam casas, sofás e outras coisas. Depois subimos para o outro andar que tinha coisas semelhantes. Fomos muito para a frente e chegámos ao palco. O palco era pequeno. O teatro “ História do Sábio Fechado na sua Biblioteca” era muito engraçado. Falava de um sábio que estava sempre fechado na sua biblioteca e sabia tudo o que já tinha acontecido, o que estava a acontecer e o que iria acontecer. Sabia quantas estrelas havia no céu e quantos dias tinha o mundo. Conversava com os animais e plantas. A vida dele era muito triste e não prestava. O autor do Teatro é o escritor Manuel António Pina. Em seguida, fomos almoçar, mas, como estava a chover, tivemos de nos abrigar. Enquanto almoçávamos, uns pavões vieram fazer-nos uma visita. Almoçámos e os professores que nos acompanhavam, resolveram deixar-nos ir dar uma volta pelo parque. Nós aproveitámos. Tirámos fotografias e admirámos a paisagem.
Depois dirigimo-nos ao Jardim Botânico. Lá vimos milhares de plantas de diferentes espécies. Era muito giro! Nós caminhámos por todos os caminhos que havia. Também tirámos fotografias e brincávamos enquanto andávamos.
O passeio tinha chegado ao fim. Tínhamos de partir para a nossa terra. Mas foi muito giro!

5º A
Sandra Cristina, nº22



Primavera

A Primavera

Está a chegar a Primavera!
Cada vez sinto mais a agitação a nascer dentro de mim.
O cheiro, as sensações vêm de todo o lado: do Norte, Sul, Este, Oeste…
De repente, a agitação num simples raio de sol explode. Só me apetece saltar, pular. Tanta coisa, mas é tanta coisa que se fosse a dizer, as nuvens cobriam-se de letras.
Num minuto, vem de lá do cimo de um pensamento, uma corrente de vento que parece um ciclone que traz atrás dele alegria, felicidade e até o branco da paz.
Mas, lá do fundo de um coração, vem o amor cheio de palavras tão bonitas escritas que eu nem sei explicar! Um riso, um olhar, um beijo que nos faz sonhar vinte e quatro horas sobre vinte e quatro horas. Como é lindo sonhar na Primavera!
E, se pararmos um bocadinho, nem que seja um segundo, ouves para lá do horizonte uma voz, dizendo ” Primavera! Primavera!”


5ºA
Inês Alexandra, nº11

Primavera

A Primavera

Já se ouvem os passarinhos a cantar! É sinal que a Primavera está a chegar. Vêem-se as árvores todas a florir e as andorinhas a chegar.
Quando, de manhã, abro a janela do meu quarto, vem um cheirinho de ar puro…Que alegria ver que a Primavera está a aproximar-se!
As pessoas andam com um ar mais sorridente, mais leve.
A Primavera é a estação de que mais gosto, talvez por ver o jardim mais florido, as pessoas mais alegres, as crianças a brincar.
A Primavera é uma estação muito florida! Até acordo mais cedo. Já não sinto tanto frio. Vou regar o jardim e plantar mais plantas. Ao ver o sol tão brilhante, até me dá gosto e vontade de ir brincar e trabalhar no jardim.
Eu adoro a Primavera!

5ºA
Sónia Daniela,nº25

sábado, 14 de março de 2009

A neve…

A neve branca
Cai sempre
Sem parar
Linda neve a voar.
Cai levemente
“Como quem chama por mim!”

Vanessa, nº 26, 5ºA




A Neve Branca


Pela primeira vez
Vi a neve cair,
Tão linda e tão branca
Tão leve como uma pena
“Há quanto tempo a não via!”

Como a neve caía!
Não me cansava de a olhar!
Num pinheiro ela batia
E eu ria sem parar.

Queria alcançá-la
Mas parecia
Que estava presa
Numa prisão do céu.

Liliana, nº 19,5ºA
















Poema da Neve

Neve branca
A cair do céu
Branca como um véu.

A neve branca e fria
“Há quanto tempo a não via!”
Caía tão levemente
Mas eu não sofria!

Num minuto só
Vi a neve cair
Admiro-me com um só floco
Um momento
Com muita magia.


A neve caía!

Ana, nº 1,5ºA



A Neve

Bate tão levemente!
Nunca vi nada tão magnífico!
A neve branca
Derrete nas minhas mãos
Tão fina!

Nuno,nº20, 5º A


Neve

Já tinha saudades
Desta neve!
Branca e fria
“Há quanto tempo
A não via”
“Que saudades
Deus meu”!

Sara, nº23, 5ºA




A Neve Branca

As nuvens decidiram largar
A neve que está a ilustrar
A natureza tão linda!
Que branca vai ficar.


É tão fria e bonita
Neste momento de magia e alegria!


É espantoso ver a neve cair!
Brincar com ela
Rebolar e rir
E a neve a cair!


Ana Isabel, nº2, 5ºA



A Neve

A neve, uma brancura
Inexplicável que cai
Espessa, leve e fria
“Há muito que não a via”,
Parece que não quer dizer adeus!


José Miguel, nº18, 5ºA


A Neve

A neve dá-me imaginação
Isto é um sonho.
“Há tanto tempo que não a via”,
Neve branca, minha amiga!

A neve bate na minha cara
Fria mas bonita
Pela primeira vez
Vejo-a tão fresquinha!

Sandra Cristina, nº22,

A Neve

A neve é branca,
Branca e fria,
Fria e branca.
A neve é magia
E uma alegria.
Cai no chão derretida
A neve cai leve, levemente…

Sónia Ricardo, nº25, 5ºA

Poema da Neve

Cai a neve
Muito fria e branca
Nunca a vi!
A esperança de a ver
Veio ter comigo.
É fria e bonita
Como ninguém
A viu antes.
Bonita e leve
E muito leve
Cai.
As folhas ficam brancas
As mais belas do mundo!
A neve cai
Com uma força extraordinária.
Este grande momento
Que eu vivi
Ficará guardado
E será recordado!

Filipa Ferreira, nº10, 5ºA


Neve

A neve é maravilhosa
Um espanto!
A alegria
Salta pelo ar
E eu a voar!...
A neve caiu
E eu nem acreditei,
A neve caiu do céu.
Foi um momento de magia!!!

Elsa Carina, nº10, 5ºA
A Neve

Um dia importante
A neve caía
Num novo dia…
Ela é branca e fresca
Agasalhados devemos estar
Contentes e felizes
A passear
E a atirar flocos de neve
E brincar
Parece um sonho
Mas não é.
É neve verdadeira!

Pedro Manuel, nº 21, 5ºA

A Neve

A neve é branca e fria
Cai no chão com uma rapidez!
Não a consigo apanhar
Os flocos de neve alcançar.

Cláudia, nº 7, 5ºA

A Neve

A neve é branca
É fria e bonita.
Já há muito tempo
Que a não via.

Cátia, nº6, 5ºA


A Neve


A neve cai do alto do céu azul, doce
“Branca e leve, branca e fria”
“Há quanto tempo a não via!”
O chão fica branco e escorregadio
“Há tanto tempo a não via!”

José Pinto, nº17, 5ºA




A Neve

Um dia importante
Está a nevar!!!
Todos brincam de alegria
Há muito tempo não nevava
Neste lugar!

João Pedro, nº14,5ºA


A Neve Branca e Fria

Estou a pensar:
“-Isto é um sonho?”

Acho que não é um sonho.
É branca e fria e gelada
Eu adoro a neve!


Jorge Luís, nº16, 5ºA

A Neve

A neve é linda
A neve é magia
É um sonho de fantasia!

Diogo, nº3, 5ºA

domingo, 8 de março de 2009

O Carnaval

Carnaval é alegria
Todos gostam de brincar
É um momento de magia
Todos querem partilhar.

Vamos todos para o desfile
Está quase a começar
Vamos todos com alegria
Para ver quem vai ganhar.

Ganhou a dona Ermelinda
Teve uma taça de encantar
Mas o que importou a todos
Foi poder participar.

5ºA, Cátia Sofia, nº6









O Carnaval

O Carnaval
É uma grande alegria
Que faz rir
De noite e de dia.
Ponho a minha máscara
Com muitos enfeites,
Imagino-me a voar,
Sobre a terra e sobre o mar.
Imagino-me a sonhar,
E a ser feliz,
Divertindo-me a brincar…

5º A, Sílvia, nº 24













Carnaval

O Carnaval está a chegar
A alegria vem a caminho
Vamos mascarar-nos
Com muita alegria.
Vamos lá, vamos lá
Os palhaços estão pintados
E os meninos maquilhados.
Engraçados,
Divertidos
É um dia de encantar.
Vamos lá desfilar!
E o baile de máscaras
É para alegrar.
As serpentinas
A voar
E as fadas a cantar.

5ºA, Vanessa, nº 26






O Carnaval

O Carnaval é um dia de festa
De festa, partidas e brincadeiras.
Máscaras,
Partidas
E serpentinas.

5ºA, João Paulo, nº13


















O Carnaval

O Carnaval
É uma festa
Onde nada
Se leva a mal.
Há desfiles
Nas ruas cheias de alegria
E há muita magia.
Há palhaços
Com o nariz encarnado.
Dançam gigantones
E pelo ar
Há balões a voar.
No céu
Estoiram foguetes coloridos
E eu vou desfilar
Com todos os meus amigos.
Todos mascarados
Borboletas ou princesas.
O Carnaval é uma beleza
Imaginação
Fantasia
Carnaval é alegria.

5º A, Inês, nº 11

Poemas de Carnaval

No Carnaval
É uma alegria,
E ninguém leva a mal
É preciso ter magia.

O Carnaval
É um tempo sensacional!

Balões para brincar
Vamos enchê-los de ar
Para os rebentar
Vamos comemorar!

Ponho a mascarilha
Para desfilar.

5º A, Sandra Cristina, nº 22




O Carnaval

O Carnaval está a chegar
Com as máscaras de encantar,
Os meninos a brincar
Vão logo mascarar-se.
Um desfile a passar
Uma máscara a brilhar
Um menino a encantar
O sol a chegar
Para o Carnaval encantar.
Os meninos vão usar
Estas máscaras de encantar,
Uma máscara de palhaço,
Uma máscara para enfeitar.

É Carnaval,
Ninguém leva a mal!!!

5º A, Ana, nº2



Carnaval

Chegou a época do Carnaval
Cheia de cores e fantasia
Para todas as crianças
É um mundo de alegria.

Fatos coloridos
E cheios de imaginação
Desfilam na rua.

Os palhaços gigantescos
Abrem a grande festa
Balões com sorrisos
Que alegria é esta?

As crianças mascaradas
De princesas e super heróis
De bruxas rebeldes
E de mágicos.

O Carnaval
Desperta a alegria!

5ºA, Liliana,nº12



Poema de Carnaval

O Carnaval está a chegar
Com imensa alegria
Os meninos a cantar
E as máscaras a brilhar.

Com amizade e alegria
Se torna fantasia
Com máscaras de encantar
Os meninos vão brincar.

O Carnaval é divertido!

5º A, Cláudia Marlene, nº7





Poema de Carnaval

Carnaval, Carnaval
Ninguém leva a mal!

Carnaval, Carnaval,
Bombinhas que cheiram mal!

Carnaval, Carnaval,
O Nuno mascara-se de pardal.

5º A, José, nº 18


Poema do Carnaval

O Carnaval é um dia muito especial
Que todos queremos partilhar
Ninguém leva a mal
Todos queremos comemorar
O que é sensacional.

Chega o palhaço todo divertido
E o rei da festa provoca a risada
Faz brincadeiras
Estão todos divertidos!
5º A, Sónia Daniela, nº25
Carnaval

O Carnaval está a chegar
E à sua espera os meninos estão a brincar
Com as suas máscaras a brilhar.

O Carnaval já chegou
E é para lá que eu vou!

5º A, Carlos,nº 4